sábado, 28 de novembro de 2009

Sei lá,

Não sei, parece que algo novo, um momento novo está se aproximando. Não porque estamos no fim do ano, e sim porque parece que em meu coração algo está se dissipando. Faço alguma ideia do que seja? Não. Mas isso não muda o meu sentimento de que estou mudando.
Parece que estou deixando de ser aquela menina boba que sonhava com um príncipe encantado. Parece que estou tomando a consciência de que posso, sim, fazer alguma diferença.
Parece que, mesmo que eu procure, nunca vou encontrar o "amor verdadeiro".
Ao mesmo tempo, parece que ele está ali, só esperando ser visto, notado.
Não sei, meus pensamentos estão confusos. Mas quais não estão?
Me vejo cheia de controvérsias, dúvidas, inquietações. Preocupações? Não, não chego a tal ponto.
O que eu queria mesmo era... Eu não sei. Já sei! PAZ. E não essa porcaria de "paz mundial". Nunca vai existir, mesmo... O que eu quero é paz interior. Não só em mim, mas em todas as pessoas. Já disse que só conseguimos isso com Jesus. É só lerem meu primeiro texto.
Já sei!!! O que eu quero, na realidade, é AMOR. Não esse sentimento doentio que é denominado assim, mas o sadio, o descrito no texto abaixo. O chato é que é muito difícil encontrá-lo. E não estou a fim de procurar. Mas também não acho que vai aparecer, cair do céu. Cara, a música que estou ouvindo é linda, mas deprimente. Dá pra você perceber, né, pelo que estou escrevendo. Acho que vou pôr um Vivaldi. Esperem um momento. Ah, não, ele está longe! Esperem um pouco mais. Voltei. Estou tentando colocar. Bem, enquanto espero, vamos continuar falando.
Sabe, eu queria achar alguém que fosse aceito por mim, pelos meus pais, por Deus, que gostasse de mim assim, como eu sou. Alguém que não me achasse feia, nem gorda (embora eu não seja isso). Alguém que entenda quando eu não puder sair (eu tenho que estudar, né?) Alguém que não me ache criança em alguns aspectos. Eu quero alguém que me proteja, que converse comigo, que me dê um ombro pra chorar, sei lá, eu quero alguém que me dê flores, mesmo eu não gostando de flores, que me dê chocolates, mesmo eu estando de dieta, que se importe verdadeiramente comigo. É isso que eu quero
E eu descobri - acho - o que está mudando em mim. Estou tomando a consciência do que quero, do que preciso. É isso. Estou crescendo.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Amor Verdadeiro

1 Coríntios 13

 
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.




Bem, isso é o amor. Há tantas músicas falando desse sentimento, mas NENHUMA fala a verdade. O amor nesse mundo é sinônimo de sexo. Mas na verdade, o amor é bem mais profundo que isso. O amor é um sentimento que nasce nas profundezas da alma. Para mim, é o mais difícil de se sentir. Quantas vezes nos irritamos, não temos paciência com as pessoas que dizemos amar? Quantas vezes dizemos que "não suportamos mais"? Estamos sendo falsos, e erramos, porque não sabemos a verdade.
Mas, conservemos o amor, esse sentimento que supera todos os outros. Não nos irritemos facilmente. Não percamos a paciência. Cultivemos esse dom, que é maior até que a fé e a esperança.